PSICOLOGIA DAS CORES


A Cor no Ponto de Venda
     Entre em qualquer loja e você sofrerá um duplo ataque aos sentidos: Os fabricantes dos produtos embalam suas mercadorias para maximizar seu apelo, e os merchandisers os expõe para assegurar que chamem atenção. Assim as disciplinas de design de embalagens e venda a varejo andam de mãos dadas, embora se caracterizem por diferentes preocupações e abordagens.

   O desenho de embalagens é um ramo do Design Gráfico, e se refere a criar um sentimento ou ambiente em torno de um produto. Com muita frequência, a embalagem efetivamente é o produto: O que está dentro da caixa pode ser apenas marginalmente diferente de ofertas rivais, mas sua aparência exterior indicam qualidade e valores únicos calculados para atraírem o público-alvo para conseguir sua persuasão psicológica, mais cores, texturas e efeitos especiais – tais como hot stamping e padrões holográficos são usados nas embalagens do que em qualquer outro setor de impressão.

   O design no varejo é um ramo do design de interiores dentro da loja, o varejo precisa encorajar o fluxo do tráfego de todas as áreas, chamar atenção especial onde for necessário em criar um ambiente visual geral coerente, convidativo e conducente à compra. A iluminação e a sinalização são componentes-chave. Assim como jornais e revistas, a paleta de cores nos dirá com que tipo de empresa estamos lidando, se entramos, a cor deveria nos ajudar a encontrar o que procuramos.      


O design da embalagem e do varejo se unem a criação das unidades de marketing do varejo (RMUs), displays – que às vezes são, por si só verdadeiras minilojas -, que apresentam um leque de produtos dentro de uma loja ou shopping center .

     O merchandising, em particular, talvez forneça o feedback mais direto do que qualquer exercício de marketing. Hoje muitas lojas têm sistema de controle de estoque eletrônicos, que acompanham e analisam as vendas continuamente. O efeito de redesenhar o expositor de um produto pode ser observado imediatamente, nos resultados de venda. Com facilidade de produção como a impressão digital em formato grande, agora disponível por toda a parte e rapidamente, o varejista empreendedor pode implementar e avaliar uma nova ideia em poucos dias. A pressão está sobre o design para entregar soluções que não só pareçam bonitas, mas deem resultado.


     Adicione cor e só os produtos de hoje não apenas precisam de pontos de venda únicos, eles necessitam de ”presença na prateleira”. Só o uso da cor cuidadosamente considerado pode ajudar a assegurar que eles não só prendam a atenção do cliente, mas comuniquem a mensagem certa. E, em um ambiente de varejo ainda mais sofisticado, o mesmo vale para as próprias prateleiras. 




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A Cor em Publicações

      A cor pode definir em um relance, a natureza de uma publicação impressa. O tamanho físico de um jornal não é mais um indicador confiável de sua natureza, mas o uso da cor nos diz que, quanto mais berrante a primeira página, tanto mais inferior será o conteúdo. Alguns dos melhores títulos ainda refream o uso da cor, ou a evitam completamente, por medo de parecerem populistas demais.

     Os mesmos princípios se aplicam à revistas. Quando em visita à um país estrangeiro, temos pouca dificuldade para distinguir a Vogue local rival da Cosmopolitan. Na capa, a primeira mostrará uma modelo fotografada sob iluminação forte, dramática, com texto por cima e não mais do que duas cores, uma delas preto. A segunda apresentará fotografias e texto mais suáveis e mais vivos em pelo menos três cores, uma delas branco.

      A cor é reconhecida como fator importante no poder de venda das capas. Exatamente quais cores gerarão as vendas mais altas, entretanto, infelizmente é impossível precisar. Seria de se esperar que as cores quentes vendessem melhor mas, de fato, os azuis muitas vezes obtêm sucesso, enquanto muitos editores evitam o amarelo. Na banca de jornais lotada, qualquer coisa que chama atenção pode funcionar: Uma capa com um bloco de uma só cor venderá sempre bem  – Se se puder encontrar uma desculpa para fazê-la.

      A hierarquia visual é essencial para as páginas impressas. Um campo de objetos semelhantes é um desligamento psicológico. Fora da imprensa tabloide, manchetes gigantescas são proibidas, por isso com frequência a história mais importante do Layout de um jornal será diferenciada por ter a fotografia maior. Em revistas, um artigo importante ocupará diversas páginas duplas com o início caracterizado por uma dramática composição de forma e cor, que pode integrar tipologia e imagens.


    Na banca de jornal, ninguém ouve você gritar. As cores mais destacadas não farão com que alguém a note, a menos que vocês as use bem. Veja qual destas capas lhe chama a atenção. Entre as primeiras estarão Golf, com suas listras diagonais vermelhas e brancas de alto impacto, e Q, que chama a atenção por ser mais autodesvanecente do que o normal.








Até a próxima!

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A difícil escolha das cores


   A cor, elemento indissociável do nosso cotidiano, exerce especial importância sobretudo nas Artes Visuais.   Na Pintura, Escultura, Arquitetura, Moda, Cerâmica, Artes Gráficas, Fotografia, Cinema, Espetáculo etc, ela é geradora de emoções e sensações.      A cor tem vida em si mesma e sempre atraiu e causou no ser humano de todas as épocas, predileção por determinadas harmonias de acordo especialmente com factores de civilização, evolução do gosto e especialmente pelas influências e diretrizes que a arte marca.


        Através da teoria da cor, do uso de várias gamas cromáticas, da sua aplicação e experimentação práticas, irão ser ministrados conhecimentos que lhe permitirão descobrir e explorar por si mesmo o mundo extraordinário da "HARMONIA DAS CORES" e passar a exprimir-se com maior segurança através do cromatismo. Entre tudo cores que combinam ex.rosa e magenta, azul celeste, etc…

    A escolha de uma cor para uma comunicação visual eficiente possui critérios técnicos, como aspectos fisiológicos do olho e sensibilidade à determinada cor, assim como fatores culturais, hábitos, idade, contexto e de outros fatores subjetivos.    Vários estudos tentam explicar porque determinadas pessoas preferem certas cores e qual o significado das cores em determinadas culturas.      A cultura e a religião são os aspectos mais importantes para determinar a preferência por cores. Para Cristãos e Judeus, o branco, o azul e o dourado são cores ditas sagradas enquanto para povos islâmicos é o verde e o azul brilhante.
      As cores devem ser planejadas para interface considerando o contexto em que serão utilizadas, muitas vezes tendo que respeitar a cor do logotipo da empresa. Algumas dicas para a escolha das cores:  


1.    Cores complementares

         Uma paleta composta de uma cor primária (vermelho, amarelo ou azul) e outra secundária (verde, violeta ou laranja), que se neutralizam. São um bom exemplo de composição e precisam ser usadas sem exagero.
 
2.    Tons pastéis       Após escolha da cor base, pode-se completar a paleta com tons de cinza, ou cores claras em tons pastéis. Esse tipo de paleta deixa um visual sofisticado e clean, Costuma funcionar muito bem. 

3.    Principais tons de uma Imagem

    A partir de uma imagem que tenha a temática semelhante à do cliente aplicamos um efeito de mosaico. O resultado é uma ótima dica das cores que podemos utilizar para a concepção do layout.

   
     Quando escolhemos uma cor para elaborarmos nossos trabalhos devemos ter em mente que estamos lidando com um elemento de estímulo imediato, e que essa cor escolhida provocará diversas reações em seus observadores, positivas ou negativas. Então é bom usá-la com responsabilidade, para que não haja problemas. 

té a próxima semana!


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  O uso das cores na publicidade



 Na Publicidade, é importante reconhecer, primordialmente, que o máximo de informação é conseguido quando a mensagem provoca sensações de inesperado impacto, de imprevisto, de choque. E nisso o impacto da cor é elemento decisivo, embora sujeito rapidamente ao desgaste. Daí a necessidade de pesquisa para que a cor surja em novas fórmulas de agressão que estimulem o homem a ações predeterminadas pelas exigências da sociedade de consumo em que ele vive. Constatou-se, há algum tempo, a mudança da embalagem de uma conhecida água mineral brasileira, que passou a ser feita com um plástico maleável, cujas as análises de grau de poluição tinham sido anunciadas em vários órgãos da imprensa como acima do normal. Só a comprovação técnica posterior de que a água tinha condições de ser usada não pareceu suficiente para os que a comercializavam. Era necessário algo que visualmente confirmasse o grau de pureza da água. Isso foi resolvido através da embalagem plástica transparente de cor azul, que dava a água o aspecto desejado por seus vendedores.
Dentro de uma sociedade industrializada e competitiva como a nossa, a colocação de produtos à venda exige, na realidade, cada vez mais uma formação de profissionais capacitados para essa área, com técnicas e processos fundamentados em conhecimentos teóricos seriamente adquiridos e que possam, através de estudos e pesquisas, dar maior objetividade e precisão aos meios empregados na Publicidade e na promoção de vendas, para atingir as finalidades que o marketing se propõe alcançar.
O indivíduo está sujeito sempre a mudanças que geralmente, se sucedem num período relativamente curto. Mudanças que se processam repentinamente devido a fatores sócio-econômicos e que o obrigam a mudar eternamente, mesmo que fosse para uma melhoria de seu status ou para sentir-se avançado e atualizado nos novos hábitos da moda. Mas, mesmo em toda essa mutação da sociedade de consumo em que vivemos, os indivíduos procuram, por meio das cores, personalizar seus atos e dar um significado e um sentido às coisas.

Não perca na próxima semana mais um pouco sobre a influência das cores.

Até a próxima! 



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     Algumas experiências psicológicas, têm provado que há uma reação física do indivíduo diante da cor.


     A utilização das cores é uma ferramenta de peso para a elaboração de trabalhos que chamem a atenção do público alvo, mesmo inconscientemente.  Nos diferentes campos em que seu emprego tem valor decisivo, não se pode fazer a aplicação de cores com base apenas na sensação estética. Para isso existe a Psicologia das cores que consiste no estudo da utilização das cores segundo seus significados, pois elas despertam vários sentimentos nas pessoas, aumentando o poder de persuasão da mensagem.

   Rorschach, concluiu através de experimentos, que os caracteres alegres respondem instintivamente à cor. A reação dos indivíduos deprimidos é geralmente voltada a forma. A idéia acima é completada por Schachtel, ele concluiu que, ao reagir à cor, o indivíduo sofre a ação do objeto: é uma atitude passiva. Ao contrário, ao perceber a forma, ele tem de examinar o objeto, definir a sua estrutura, elaborar uma resposta: é uma atitude ativa, e é isso que caracteriza a mente mais ativamente organizadora.

     Em consequência, as reações e as influências físico-socio-psiquicas do indivíduo diante da cor vão responder por seus vários usos em campos diversificados – Especialmente no campo publicitário, onde a sugestinabilidade é fatos largamente explorado.

     A Publicidade se adapta ao estilo de vida e reflete ao menos em parte, o comportamento humano dentro de um determinado espaço-de-tempo. Essa limitação na transmissão da imagem se deve a uma das características mais marcantes da Publicidade, que é a de não fixar os aspectos negativos da sociedade dentro da qual é criada e para qual se dirige. Nesse sentido ela pode ser considerada ilusória, pois fixa apenas aspectos de uma realidade colorida e feliz. Por todo o seu conteúdo emocional, por sua força de impacto e por sua expressividade de fácil assimilação, é a cor o elemento que mais contribui para transmissão dessa mensagem idealizada, embora, paradoxalmente, ela seja também o fator preponderante na concretização do aspecto real da mensagem plástica.

    Não perca, semana que vem, mais um pouco sobre essa viagem pelas cores descobrindo seus mistérios!


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